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9 de julho de 2011

A Menina Que Não Sabia Ler

 
  Segundo o autor:     John Harding
'Na Tradição de Henry James e Edgar Allan Poe, uma história incrível sobre uma menina e o poder de sua imaginação.
1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e decadente mansão, onde nada é o que parece, dois irmãos são negligenciados pelo seu tutor e tio. A jovem Florence, de apenas 12 anos, passa os dias cuidando de seu irmão mais novo Giles e perambulando pelos corredores, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que, um dia, a menina encontra a biblioteca proibida da mansão, e apaixona-se por ela.
Mas existem segredos sombrios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Por que Florence se sonha com uma misteriosa mulher que insiste em ameaçãr seu irmão? O que esconde a nova perceptora? E por que o tio não permite que ela aprenda a ler? Florence precisa encontrar muitas respostas - sejam elas inventadas ou não, e soluções nem sempre fáceis para proteger Giles, e o seu amor pelos livros, antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário.'

  Segundo a leitora:     Ou seja, eu! =P

   Um livro que te prende na história, que consegue te envolver e te faz sentir tudo o que torna a cabeça da pequena Florence uma verdadeira confusão... Na tentativa de proteger a si mesmo e ao irmãozinho Giles, a garota passa por muitas aventuras, principalmente em seu mundo secreto: a Biblioteca! A história vai ficando sufocante a medida que a Senhorita Taylor se aproxima de Giles... Utilizando-se de detalhes mórbidos, a aflição que nossa narradora provoca vai se transformar em um mosaico macabro apaixonante. E dois medos que a consomem, envolvendo seus dois amores: A biblioteca e seu irmão.
    E, só para lembrar: quando um autor faz um livro em primeira pessoa, ele quer te convercer de algo... E de que será que nossa garota Florence quer te convencer?

"O cisne
 Foi em abril, eu me lembro, embora em meu espírito fosse dezembro,
Que um pássaro ferido foi retirado do lago,
As penas brancas bilharam ao sol, e de sua boca escorreu a água negra,
Enquanto por dentro minha voz gritva até pensar que meu coração iria se partir;
Fui eu quem assistiu à sua morte, seguindo à deriva, à deriva, esperando em sua vigília
Que Deus levasse sua alma"

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